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Enrolações à Parte

17 abr

Dezessete de abril.
Cinquenta e seis postagens. Setenta e nove comentários.
Um ano de “Enrolações à Parte”!

Lembro que a vontade de criar um blog foi repentina. De início, deveria ser apenas um blog de “desabafos”, porém com o tempo o foco acabou mudando. De pequenos desabafos minha escrita mudou para os contos, crônicas e tentativas falhas de poemas. Tal mudança pode ser claramente notada na postagem “Sobre o Tempo” do dia 27/07/2010.

“Sobre o que você escreve?”.
Realmente não sei definir sobre o que escrevo. Amor e saudade devem ser os principais temas. Em algumas postagens há uma pequena dose de crítica social. “Altas Horas Perdidas” pode claramente demonstrar isso, onde a personagem principal é uma prostituta.
Assim como a crítica social, a homofobia, os amores platônicos, a monotonia, a filosofia e entre outros temas já foram explicitados nos textos.

“Alguém lê o seu blog?”
Sim, algumas pessoas leem meu blog. Se eu escrevo para elas? Diria que sim. Por um lado, eu escrevo para as pessoas saberem o que eu penso a respeito de determinado assunto. Por outro, escrevo porque manipular palavras como marionetes é algo fantástico.
Também é através da escrita que consigo transmitir o que sinto. Afinal, escrever é mais fácil que demonstrar em gestos. “Abdicação do Impossível” é um resumo dessa minha dificuldade de ser explícito quanto as demonstrações de afeto.

“Por que você não posta com tanta freqüência?”
Além da falta de inspiração nos últimos tempos, o tempo também está dificultando as coisas. O primeiro ano de faculdade diminuiu drasticamente o meu tempo para escrever.

Bom, eu realmente agradeço aos leitores e não leitores assíduos do blog durante este um ano.
Espero que o número de visualizações aumente proporcionalmente à minha criatividade HAHA!
Não há muito que descrever. Se não fosse o meu gosto pela escrita e o incentivo de algumas pessoas, com certeza este blog estaria abandonado há muito tempo.

Aos camaradas leitores, um grande abraço 😀

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Esquizofrenia Indescritível

24 fev

É essa tua presença que me deixa louco
Tão louco que acabo me sentindo protegido e seguro
Perdendo o medo do mundo e das pessoas
Que parecem querer me machucar
Socando minha face fazendo-a chorar

Face escorrida e lambida pelo sangue
Vermelho vivo como teus lábios
Frágeis e brutos ao mesmo tempo
Que parecem querer entrelaçar minha alma à tua
Através de teus braços, teu toque

Toque delicado que me faz desprender do mundo
Fazendo-me esquecer da vasta imensidão do universo
Juntamente com seus sussurros
Que parecem querer me deixar surdo
Só pra ouvir tuas bonitas palavras

Palavras intensas que com você tomam outro significado
Que talvez apenas eu e você saibamos
Secreto e discreto ao mesmo tempo
Que parece querer nos deixar mais próximos
Para tornar as coisas mais profundas do que já são

Afogo-me em reflexões e percebo que não me encontro
Concluo que estou perdido nessa realidade
Confusa e estranha
Que parece querer me deixar desprotegido de tudo
Tornando-me frágil, fraco e medroso

Não estou me reconhecendo por estar aqui
Nem por estar sendo vítima de um sentimentalismo esquizofrênico
Acho que fui pego desprevenido por uma coisa indescritível
O indescritível descrito em uma palavra
Com quatro letras

Amor.

Você.

Na verdade deveria ser indescritíveis
Pois são duas coisas
Que estão no singular, mas
Que fica no plural
Então,
Indescritíveis.

Desculpe-me não sei contar.
Duas palavras.
Oito letras.

Acho que estou louco.

Ainda vai se concretizar

7 nov

Você no meu aniversário. Eu no seu aniversário.
Comemorações de natal. Virada de Ano Novo.
Presentes, abraços, sentimentos, sem distância, sem saudade.
Assuntos legais, idiotas, fúteis, inúteis, um tanto obsceno, um tanto vulgar.
Conversas e risadas juntos, sem ninguém pra interferir.
O dizer “eu te amo” pessoalmente, não por telefone, não por internet. Olhando um na cara do outro, sem medo, sem vergonha.
O dizer “parabéns pra você” pessoalmente também, com um abraço, com um presente.
Ah, essa saudade que me consome e me deixa com vontade de chorar.
Tudo isso algum dia vai se concretizar, e eu vou poder falar na sua cara sem medo “Parabéns, eu te amo”.

Mayumi Abekawa

Mudanças Drásticas

8 maio

É, notei que os únicos dias que são possíveis pra eu postar são só aos sábados ou domingos. Afinal, tempo pra fazer isso KD.

Estudar manhã, tarde e noite não é fácil. Vou até parar de fazer francês aos sábados de manhã. Shit, é algo que eu gostei, mas francês necessita de tempo pra estudar, coisa que eu não estou tendo. Não estou tendo nem tempo pra estudar japonês e revisar as matérias do cursinho. É, se continuar desse jeito vou me ferrar no vestibular. Mas ainda bem que pelo menos o ensino técnico vai acabar, e assim sobra tempo pra estudar.

Enfim, chega de abóbora né.

Outro dia na escola, um pessoalzinho (e a liroulee) estávamos discutindo sobre o que fazíamos na infância.

E comecei a pensar no que eu fazia quando criança e agora não faço mais.

É, vou fazer uma listagem e com certeza vai sair porcaria. Lá vai:

– Antes eu era MUITO ativo (já pensou besteira né safadsinho/a). Vivia correndo e tals, não parava quieto perto da minha mãe. Agora sou muito da paz (fumei –n), fico na minha e procuro não mexer com ninguém, aloca.

– Antes eu era muito tagarela. Nas reuniões da 1° e 2° série, a professora falava que o meu único defeito era que eu não calava a boca e ficava andando na sala. Hoje nem levanto da carteira e nem converso direito. Acho que sou tão mudo que várias professoras dizem que sou um bom aluno, VERDADE. E uma delas disse pra minha mãe que queria ter um filho como eu. Sou foda, falaê –n.

– Antes eu dançava pra caralho. Dançava É o Tchan PQP, e uma vez na formatura do meu irmão eu era o único pivete da festa. Dancei tanto que ganhei um cd do DJ, aloca. Na pré-escola eu é quem dava idéias de como fazer alguma coreografia –Q e eu ganhava de todo mundo na disputa de bambolê HAUIEH NÃO RI.  Agora não sei nem mexer as pernas direito. Admito que algum tempo atrás eu dançava alguns techpara que eu aprendia sozinho em casa só olhando os vídeos. Mas quando eu danço, danço em casa, não danço na frente dos outros e

– Antes eu comia de tudo praticamente. Comia verdura, fruta, etc. Hoje essas comidas não estão incluídas na minha dieta diária.

– Antes eu gostava de piscina. Não podia ver uma que já caia dentro. Hoje nem gosto de entrar na piscina. No máximo é molhar os pés, aloca.

– Antes eu nem ligava para muitas pessoas em minha volta. Hoje não gosto de aglomeração do meu lado. Me irrita.

– Antes eu jogava MUITO vídeo-game. Agora nem jogo muito. Só uma vez a cada 2 a 3 semanas.

– Antes eu gostava de ler gibis da Turma da Mônica. Faz anos que não leio um.

–  Antes eu era esperto pra entender as coisas. Hoje sempre sou um dos últimos a entender HAUIEHAIUEH –q

Deve ter mais coisas, mas no momento não lembro de mais nada. Criatividade acabando.

Enfim,

No próximo post semelhante a esse, vou descrever o que eu faço desde criança até hoje e pressinto que essa próxima será bem maior do que essa.

Ja ne 😀

 

 

 

Sou doente

1 maio

Brimks.

Mas eu estava pesquisando na internet novamente sobre onicofagia e resolvi postar.

“é o hábito de morder as unhas dos dedos das mãos ou pés durante períodos de nervosismo, ansiedade, stress, fome ou tédio.”

EU NÃO ROO A UNHA DO PÉ, OK?

E os períodos que eu roo são exatamente os descritos.

Não sei se tenho desordem mental ou emocional HAUIEHAUIHE ALOCA.

“É às vezes relacionado à raiva reprimida contra os pais.”

“O ato de roer unhas é, de acordo com a teoria Freudiana, um sintoma de fixação oral.”

Raiva reprimida aloca. Não tenho nenhuma raiva reprimida. Sou da paz. Até demais HAHAHA.

A fixação oral está ligada a uma fase do desenvolvimento psicossexual dos indivíduos, situada na primeira infância.

Roo unhas desde criança e não consigo parar de roer unhas. Odeio isso.

Consigo deixar algumas unhas grandes, mas depois de um tempo eu nem percebo que estou roendo elas @_@

Minha mãe queria passar pimenta nos meus dedos quando eu era criança, aloca.

“Para alguns é eficaz substituir o hábito de roer unhas pelo de mascar chicletes”

É, acho que vou começar a chupar chiclete todo dia.

Haja grana ein HAHAHAHAHAHA.